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O CFR Council on Foreign Relations

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Não deveria ser surpreendente saber que existe, a nível internacional, uma organização equivalente aos bilderbergers. Esse grupo autodenomina-se o CFR Council on Foreign Relations. o Council on Foreign Relations é um ramo de um grupo internacional chamado Grupo da Távola Redonda. Entre os outros ramos, incluem-se: o Royal lnstitute of International Affairs, da Grã-Bretanha, os Institutes of International Affairs do Canadá, Austrália, África do Sul, Índia e Holanda e os lnstitutes of Pacific Relations da China, Rússia e Japão. O Council on Foreign Relations, sedeado na cidade de Nova Iorque, na Harold Pratt House, uma mansão de quatro andares na esquina de Park Avenue com a 68th Street, doada pela viúva do Sr. Pratt (herdeira da fortuna dos Rockefeller da Standard Oil) ao Council on Foreign Relations, é formado por uma elite de cerca de 3000 membros pertencentes à elite americana. Embora o CFR seja muito influente no governo, mantém-se fora das atenções do americano médio sendo que...

O clube tem mesmo influência política a nível mundial ou foi já um mito que se criou?

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O clube tem mesmo influência política a nível mundial ou foi já um mito que se criou? Para além do que já referi, até sobre Portugal, gostaria de usar como exemplo da influência de Bilderberg as eleições alemãs de 2005. Na conferência de Bilderberger em Rottach-Egern, os bilderbergers queriam mudar a imagem enfadonha de Angela Merkel, a "futura líder" da Alemanha nas eleições alemãs a 18 de Setembro. Um homem bilderberger deu a opinião que para que os eleitores alemães pudessem aceitar Merkel como chanceler seria importante dar uma nova definição do termo valores de família. Bilderbergers alemães bem versados na psique colectiva bavariana acreditavam que a imagem de Merkel, uma divorciada com um doutoramento em física, não seria considerada de "confiança", por forma a atrair votos suficientes nesta firme área conservadora do país. Seria, então, importante enfatizar a importância do conceito de família. E esta estratégia foi aplicada nas eleições. Sobre Me...

A CRIAÇÃO DE BILL CLINTON

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Como episódio final, o presidente Bill Clinton foi «Ungido» para a Presidência na Conferência de Bilderberg de 1991, em Baden-Baden, em que participou. O que a maioria dos meios de comunicação social norte-americanos e mundiais desconhecia completamente é que, depois, Clinton fez uma viagem inesperada e não anunciada a Moscovo, directamente da reunião de Bilderberg. Esteve reunido durante uma hora e meia, na terça-feira, 9 de Junho, com o ministro do Interior soviético, Vadim Bakatin. O Sr. Bakatin, ministro do governo condenado do presidente Mikhail Gorbachev, estava a meio da campanha para as renhidas eleições presidenciais, cuja votação seria dentro de apenas seis dias - e, no entanto, reservou uma hora e meia da sua agenda recheada para se reunir, inesperadamente, com o internacionalmente desconhecido governador do Arkansas. Porquê? A carreira subsequente do Sr. Bakatin pode dar-nos uma pista. Embora Gorbachev tenha perdido as eleições presidenciais, Bakatin, um «reformado!»...

COMO A NOVA ORDEM MUNDIAL ORQUESTROU A CRISE DE WATERGATE

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O caso Watergate é um exemplo de troca de identidades e de justiça travestida. A verdade que se encontra por detrás de Watergate nunca foi revelada porque os culpados são os mesmos que provocaram o derrube do xá, a guerra das Malvinas, a morte de Aldo Moro e a destruição de Ali Bhutto. Nixon não abusou dos seus poderes presidenciais. Não havia «pistola fumegante» nem provas esmagadoras e «danosas» do «abuso» dos poderes presidenciais de que o Washington Post acusou Nixon. O seu crime foi não ter defendido a Constituição dos Estados Unidos da América que, ao fazer o seu juramento presidencial, se comprometera a proteger. Em minha opinião, Nixon é réu e culpado de não ter acusado a Sr.' Katherine Meyer Graham, CEO do Washington Post, e Ben Bradley, o chefe de redacção do jornal, de conspiração para levar a cabo uma insurreição.       No seu livro, Conspirators' Hierarchy: The Story of lhe Committee of 300, o Dr. John Coleman, um operacional de alto nível dos serviços...

BILDERBERG E O ASSASSÍNIO DE ALDO MORO

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BILDERBERG E O ASSASSÍNIO DE ALDO MORO Em 1982, o Dr. John Coleman, um antigo operacional dos serviços de informações com acesso aos mais altos escalões do poder e aos seus segredos, demonstrou que o primeiro-ministro de Itália, Aldo Moro, «Um membro leal do Partido da Democracia Cristã, que se opunha ao 'crescimento zero' e às reduções da população planeados para o seu país, foi morto por assassinos controlados pela loja maçônica P2, com o objectivo de levar a Itália a obedecer às ordens do Clube de Roma e de Bilderberg para desindustrializar o país e reduzir consideravelmente a sua população». No seu livro, Coleman afirma que os globalistas queriam utilizar a Itália para desestabilizar o Médio Oriente, o seu principal objectivo. «Os planos de Moro de estabilizar a Itália mediante o pleno emprego e a paz laboral e política teriam reforçado a oposição católica ao comunismo e tomado a desestabilização do Médio Oriente - um objectivo primordial - muito mais difícil.» ...

MEIOS DESTRUTIVOS PARA UM FIM PRETENDIDO

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BIIDERBERG E A GUERRA DAS MALVINAS Bilderberg tem poder e influência para impor as suas políticas a qualquer nação do mundo. Isto é, controlam o presidente dos Estados Unidos, o primeiro ministro do Canadá e todos os principais canais noticiosos do mundo livre, todos os políticos, financeiros e meios de comunicação social mais importantes são membros, todos os dirigentes dos bancos centrais de todos os maiores países do mundo, a Reserva Federal norte-americana e, desse modo, o seu fluxo monetário, o FMI, o Banco Mundial e a ONU e destroem quem quer que seja, grande ou pequeno, que interfira com os seus planos para uma Ordem Mundial Única, como irei demonstrar por meio de muitos exemplos aterradores e intrigantes. Jon Ronson escreveu um livro intitulado Adventures with Extremists (picador, 2001), em que descreve como, durante a guerra das Malvinas, o Governo britânico pediu que fossem aplicadas sanções internacionais à Argentina, mas «encontrou uma forte oposição. Mas numa reuniã...

OBJETIVOS DE BILDERBERG

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«O Clube Bilderberg procura a era do pós-nacionalismo: quando não haverá países, mas sim apenas regiões da Terra e valores universais. Isto é, uma economia universal, um governo universal (nomeado e não eleito) e uma religião universal. Para garantirem estes objectivos, os bilderbergers defendem 'mais abordagem técnica e menos conhecimento por parte do público'. Isto reduz as possibilidades de a população se inteirar do plano global dos senhores do mundo e criar uma resistência organizada 20 .» O seu objectivo final é o controlo de absolutamente todo o mundo, em todos os sentidos da palavra. Actuam como se fossem Deus na Terra. Entre os seus planos figura estabelecer: . Um Governo Único Mundial com um único mercado glo- balizado, policiado por um exército mundial, uma moeda mundial única, regulada financeiramente por um banco mundial. . Igreja Universal como um canal para canalizar a crença religiosa inerente da humanidade na direcção desejada pela Nova Ordem Mundia...